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Cerimoniário

Uma introdução explicando a definição de cerimoniário na igreja

Função do Cerimoniário

Aqui você encontra uma descrição geral da função do Cerimoniário

SÍMBOLOS HISTÓRICOS DO PAPADO

Clique aqui e conheça alguns símbolos históricos do Papado

MONSENHOR GUIDO MARINI

Guido Marini é o Mestre Cerimoniário do vaticano, atual Cerimoniário do PAPA

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Vigília Pascal - Catedral da Sé - 2016


Em relação à Vigília Pascal do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, essa missa está em resolução Full HD. Portanto nos proporciona melhor qualidade para baixar e assistir e estudar esse dia litúrgico:


Missa de 2016

Celebração da Vigília Pascal - Santuário Nacional - 2016


Celebração da Vigília Pascal no Santuário Nacional em 2016, bom vídeo para estudo de como é o dia litúrgico do sábado santo

Obs: para baixar e assistir, a resolução máxima é de 480p


Missa de 2014!







Missa de 2016
Missa de 2016

VIGÍLIA PASCAL - PAPA FRANCISCO - 19/04/2014


Vigília Pascal com PAPA Francisco 2014, bom conteúdo de vídeo para os Cerimoniários...


Alguns dos símbolos históricos do papado


Conheça alguns símbolos históricos do papado:




O Anel do Pescador: anel de ouro em que está gravada a Barca de Pedro, símbolo da Igreja, e em volta dela, o nome do papa reinante. A primeira menção documentada ao Anel do Pescador é feita em 1265, em uma carta na qual o papa Clemente IV comenta que já era costume de sucessores de Pedro, bem anteriores a ele, gravar seu nome e a barca em seus documentos com um pouco de cera quente, sobre a qual era pressionado o anel. Quando o papa morre, seu Anel do Pescador é destruído pelo cardeal camerlengo, simbolizando-se o fim da autoridade do papa falecido e impedindo-se que outro venha utilize o anel indevidamente.






A Férula: espécie de bastão em forma de cruz, que representa o governo universal do papa. O pontífice a usa no lugar do báculo pastoral dos bispos e dos abades mitrados, que, lembrando o cajado de um pastor, simboliza a autoridade na diocese ou na abadia.





     

A Cadeira Gestatória ou Sédia Gestatória: trono papal portátil, carregado por doze homens chamados sediários ou palafreneiros, vestidos de vermelho com ornamentos dourados, e acompanhada por dois assistentes que levavam os flabelos, grandes leques de pena de avestruz que remontam ao século IV. Os flabelos eram usados pelos reis da antiguidade para afastar os insetos e passaram a representar a sua autoridade. A referência mais antiga à Sédia Gestatória é do ano 521. Foi abolida pelo papa São João XXIII.






O Pálio Pontifício: fita circular usada pelo papa sobre os paramentos litúrgicos, na missa ou em outras cerimônias, da qual descem duas faixas de 30cm cada, uma por sobre o peito e a outra pelas costas. Ornado com seis pequenas cruzes vermelhas, recorda o Preciosíssimo Sangue de Cristo e é preso por três agulhas que evocam os pregos com que Jesus foi crucificado. Os arcebispos usam um pálio mais simples.






O Fanon ou Fano: pequena capa de ombros, como dupla murça ou camalha de seda branca com listras douradas. É reservado ao papa nas missas pontificais e representa o escudo da fé que protege a Igreja. É de uso exclusivo do sumo pontífice. As faixas verticais do fanon, de cor dourada, representam a unidade e a indissolubilidade da Igreja latina e oriental.





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O Manto: capa larga, originalmente vermelha, que passou a acompanhar as cores litúrgicas. O manto é bem maior do que o papa, que, ao sentar-se no trono, coloca seus pés sobre ele enquanto os assistentes o espraiam sobre os degraus do trono. A primeira referência ao uso do manto pontifício aparece em “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, escrita no século XIII.






O Umbráculo: guarda-chuva dourado e vermelha que os papas usavam para se proteger do sol. Passou a ser símbolo da vacância do papado e hoje é usado no escudo de armas do cardeal camerlengo, que administra a Igreja entre a morte de um papa e a entronização do seguinte.








Umbráculo


O Umbráculo





Umbráculo (em latim: umbraculum; de umbra "sombra" no sol, guarda-sol; em italiano: Ombrellino), também chamado Umbela Basilical ou Conopeu Basilical, é um insígnia e peça histórica dos Papas,[1] outrora usado diariamente, para fornecer sombra para o papa. É utilizada na Igreja contemporânea em todas as basílicas de todo o mundo. Quando o papa eleva uma igreja ao grau de Basílica, o umbráculo é obrigatoriamente usado, como a principal insígnia. É uma espécie de guarda-sol que alterna listas em ouro e vermelho, as tradicionais cores do pontificado. Não se trata de peça decorativa, mas de uso nas procissões.


Símbolo do Umbráculo papal



Esta insígnia é usada - sempre semi-fechada ("semichiusa") - junto a outras duas: o Tintinábulo, que possuí um pequeno sino - antigamente utilizados para anunciar a chegada do Papa a uma Basílica, que muitas vezes era em montaria - e a Virga Rubra, uma espécie de vara vermelha arrematada por ornatos de prata. Acredita-se que o controverso Papa Alexandre VI tenha sido o primeiro papa a utilizar o umbráculo como um símbolo do poder do papado,[1] embora os papas já utilizassem antes umbelas e objetos semelhantes. Um membro da Cavalaria Papal, muitas vezes seguia atrás de um papa com o umbráculo na mão.


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O umbráculo faz parte do escudo de armas da Sede Vacante, ou seja, o período entre o falecimento ou renúncia de um Papa e a eleição do seu sucessor. Foi usado primeiramente dessa forma como um emblema em moedas cunhadas em 1521. O brasão de armas do Camerlengo é ornamentado com um par de chaves de ouro e prata cobertos por um umbráculo.



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Tintinábulo


O Tintinábulo



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Na Idade Média, o tintinábulo tinha a função prática de anunciar ao povo de Roma a proximidade do Papa durante as procissões.


Imagem relacionada


Tintinábulo (do latim tintinnabulum, sino pequeno) é uma insígnia que a Santa Sé concede às Igrejas com o título honorífico de Basílica concedido pelo Papa
Consiste num pequeno sino que figura na procissão do Corpus Christi e outras solenidades. Junto com o umbráculo, mostra a união com o Pontífice Romano.
O tintinábulo consta de um estandarte com a imagem do santo titular que remata na parte superior com um pequeno sino e coroado pela tiara papal e as Chaves do Céu.


Imagem relacionada

Relicário


O Relicário


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O relicário (do latim relicarium, lugar dos restos/relíquias) é um objeto, muito semelhante ao ostensório, no qual se colocam relíquias da Santa Cruz ou dos santos para a veneração dos fieis.

Por relíquia entende-se um fragmento da Santa Cruz ou dos corpos dos santos e beatos que, conforme definido pelo II Concílio de Niceia em 787, são dignos de nossa veneração.

O relicário, quando exposto à veneração dos fieis, nunca deve ser colocado sobre o altar, pois este destina-se exclusivamente ao Corpo e Sangue do Senhor. O relicário deve sempre ser colocado sobre uma mesa digna.




O relicário pode ser conduzido em procissão e ser utilizado para dar a bênção ao povo. Contudo, cuide-se que os fieis não deem demasiada importância às relíquias em detrimento da Eucaristia.

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Um bom exemplo da aplicação do Relicário é o Milagre Eucarístico de Lanciano, pois dentro do relicário está a carne viva de Jesus Cristo nosso Rei. Como no vídeo abaixo:



Bolsa do Corporal / Bursa


Bolsa do Corporal / Bursa




Bolsa formada por duas partes rígidas encapadas e unidas por tecido. Usada para portar o corporal e colocada sobre o véu do cálice. Sua cor varia com a a cor do Tempo litúrgico.

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É chamado também de de corpo de saco a um objeto litúrgico do rito católico tradicional. É uma bainha formada por duas tampas como uma pasta onde o armazenadas corpo antes de começar e uma vez terminado o Mass , isto é, quando não estão a ser implantado. É a cor litúrgica do dia correspondente. A partir das inovações da missa depois do Vaticano II , a sua utilização diminuiu muito.

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Pedra D'Ara


Pedra D'Ara ou simplesmente Dara

Diz-se Ara ou, mais especificamente, Pedra D’Ara a pedra sobre o altar na qual se colocam as relíquias dos Santos.




Sucintamente é a pedra colocada sobre o centro do altar onde o cálice e a Hóstia devem repousar. Dentro dela é colocada a relíquia de um santo, geralmente mártir.





Fístula


Fístula



A fístula é um litúrgica objeto Católica uso exclusivo do papa na solene Missa papal. É um tubo de ouro com o qual o vinho consagrado é bebido. Gradualmente, este objeto tenha caído em desuso quase completa.

Nas missas papais solenes, o Papa não conversava sobre o altar, mas no trono, para onde foi levado pela espécie ministros. Com este instrumento, em primeiro lugar um acidente que inadvertidamente derramado vinho consagrados (devido ao tamanho do cálice papal ou a idade avançada do Pontífice Romano) é impedida. Em segundo lugar, o diácono e sub - diácono na missa papal, depois de receber do Papa cada partícula do maior wafer, de volta para o altar comungou também o cálice, e pareceu mais vale a pena para que o ouro canuto curioso.

Além disso, é impossível que o canuto a presunção de que a partícula está no cálice de diante do Agnus Dei. Isso consome o subdiácono apostólico diretamente do cálice, que já fez cerca Sanguis para esse efeito.

O diácono e subdiácono da Missa papal, depois da comunhão do papa no trono, e tendo-se comungava mãos pontífice voltou para o altar da Confissão, com o cálice que contém o Sanguis restante e a patena e asterisco , sem a maneira como ele havia consumido em comunhão.

No altar de vinho consumido como se segue: o diácono sorvido na parte superior da articulação, onde o bocal é, em seguida, as restantes slurped gotas subdiácono na fístula no fundo da junta. Ele deixou a fístula em um recipiente de vidro, afundou o vinho restante e a partícula do copo, e, em seguida, realizou a lavanda ou purificação dos vasos sagrados.

O cálice é purificado como de costume, com vinho, com vinho e água depois de consumir o diácono. Calyx cup na bacia de vidro foi então colocado e água foi derramada dentro e para fora do copo.

O asterisco e patena foram purificados em recipiente de vidro susudicho apenas com água.

Finalmente, todos com dois grandes purificadores secos.

Comungando com fístula


O papa não compartilhar o Sangue de Cristo no altar, mas no trono. Que usou um instrumento chamado "fístula", uma espécie de palha, palha ou cânula, com o qual sugado o sangue de Cristo. Com que acidentes poderia acontecer a engolir o Sanguis diretamente do cálice para o lugar onde ele estava foram evitadas.



Após a comunhão do papa no trono no altar o diácono bebia o Sanguis no topo da fístula, onde o bico é, então sorveu as restantes gotas subdiácono na fístula na parte inferior. Isso deixou a fístula em uma tigela de vidro, mergulhou o resto de Sanguis ea partícula do Corpo de Cristo, e então realizadas as abluções dos vasos sagrados, e, finalmente, a tigela de água é sugada através da fístula que foi assim purificado. Em seguida, ele secou tudo com purificadores.


Um breve vídeo:

Faldistório


Faldistório


Cerimoniários Mor auxiliando o Papa

Do que se trata

O faldistório é um pequeno banco, geralmente, sem encosto e dobrável. Seu nome vem
do Alemão "Faltstuhl". É coberto com seda e, de acordo com o tradicional uso, é coberta com um pano do ofício do dia e tem uma almofada de mesma cor. Se é usado pra ajoelhar pode ter ainda um pequeno apoio para os joelhos, também da cor da celebração. A origem do faldistório é provável pela comodidade de se ter um assento confortável próximo ao altar, quando não se tinha a cátedra. Ao lado do altar da igreja da abadia era comumente usado pelos abades. Já estava presente no rito romano nos século XIV.

Forma Ordinária do Rito Romano

Para ajoelhar:

Na forma ordinária do rito romano, o faldistória é usado pelos bispos quando precisam ajoelhar durante as celebrações:
  • para as ladainhas, fora de domingos, solenidades e tempo pascal;
  • nas leituras da Paixão, quando se que Ele expirou;
  • ao incensar o santíssimo antes da transladação na Quinta-feira Santa;
  • quando chega à capela da Reposição na mesma ocasião;
  • no natal e na anunciação, quando se durante o credo;
  • em outras ocasiões em que celebra.


Papa Bento XI ajoelhando-se durante o credo na Missa de Natal



Para sentar:

Considerando o uso das "sédias" na forma ordinária do rito romano, o bispo senta-se no faldistório apenas quando não possa executar o rito da sédia ou da cátedra. O faldistório pode ser usado:

  • Para bênção de abade, abadessa, consagração de virgens e afins;
  • Ordenações
  • Unção da Crisma;
  • etc.


Forma Extraordinária do Rito Romano

Para ajoelhar;

Basicamente as mesmas circunstâncias da forma ordinária.

Papa Pio XII


Para sentar:

Na forma extraordinária, algumas celebrações episcopais ou abaciais são celebradas do faldistório, isto é, o celebrante senta-se durante todo o tempo na missa exclusivamente no faldistório. Essas missas são chamadas de "pontificais ao faldistório" ou "pontificaleta".

Tais se celebrações são feitas quando o bispo celebra fora de sua catedral, quando o bispo não possui autorização para uso do trono de outro bispo, bispos auxiliares ao celebrar pontificalmente usam-se sempre do faldistório, usa-se ainda na sexta-feira santa.

Pode ainda ser usado em determinados ritos na celebração, como na forma ordinária.






Como pudemos ver, o faldistório é um dos muitos elementos que começaram a ser utilizados na liturgia por necessidade e passaram posteriormente a ser parte integrante do rito. É um elemento muito elegante da liturgia romana que precisa ser revalorizado, tanto em uma maior utilização quando pedem as rubricas, quanto na produção de belos faldistórios.



Estauroteca


Estauroteca




É um objeto litúrgico de pouca quantidade no mundo pois...

Relicário em formato cruciforme para portar as relíquias da Santa Cruz. Para carrega-lo com a relíquia, usa-se véu umeral vermelho.


Vídeo explicando sobre Lignum Crusis, Estauroteca.



Para um estudo mais aprofundado:


Os Crucis Lignum (literalmente madeira da cruz ) é uma relíquia do cristianismo que se refere a madeira utilizada pelos romanos para crucificar Jesus de Nazaré.



Há histórias sobre pedaços da cruz do final do século IV, quando a distribuição de fragmentos, ela começou. As igrejas foram preservadas nas chamadas caixas "estaurotecas" que tinham forma de cruz e tinha um centro vão para colocar a relíquia. Sobre vão-lo usado para colocar uma pedra preciosa que impedia o contato visual com o pedaço de madeira. Desde o século VI os estaurotecas colocar um vidro em vez de pedra.

Os estaurotecas mais famosos são o Limbourg (datada no século X), a Catedral de Cosenza e Catedral de Nápoles (século XII). Ele também tem a reputação de Catedral Genoa (século XIII).



A maior relíquia é preservada no Mosteiro de Santo Toribio de Liebana , Cantabria , Espanha . 2 A tradição relaciona-se com a origem do mosteiro, mas é mais provável que tem de ser posto em o mesmo tempo que os restos mortais de Santo Toribio de Astorga , em torno do século VIII. De acordo com P. Sandoval, cronista da ordem beneditina, esta relíquia corresponde ao "braço da Santa Cruz, que deixou St. Helena (mãe do imperador Constantino, no século IV) deixou em Jerusalém, quando ele descobriu as cruzes de Cristo e ladrões . ele é fechado e comissionamento modo Cruz, sendo todo o buraco sagrado onde a mão de Cristo pregado ". A madeira é, portanto, um cruzamento - relicário em forma de prata dourada, com flordelisados termina, de tradição gótica, realizou um workshop em 1679. medições vallisoletano são bosque sagrado de 635 mm. o poste vertical e 393 mm. bar, com uma espessura de 40 mm., tornando-se a maior relíquia preservada da cruz de Cristo, à frente dos quais é mantido em Basílica de São Pedro . A análise científica da madeira desta peça determinou que a espécie botânica da madeira é Cupressus sempervirens L. (Cypress), sendo uma madeira extremamente velha, o que não exclui a possibilidade de que essa madeira pode chegar a uma idade maior que período correspondente ao tempo era comum. O mesmo estudo afirma que a Palestina está localizado dentro da área geográfica de Cupressus sempervirens . 3

Em conexão com as embaixadas do reinado de James II de Aragão , fragmentos da Vera Cruz aparecem em Santa Maria dels turers de Banyoles ( Girona ) (onde foi Eymeric de USALL, Embaixador) e a processional Cruz Mosteiro de Santa Maria Vilabertran , local de sepultamento da família dos Viscondes de Peralada-Rocabertí, e onde morreu Dalmau Rocabertí briga em 1326; esta egípcios cruz incorpora cameos.

É notoriamente chamado Cruz de Caravaca que guardado pelo Real e Ilustre Irmandade do Santíssimo. e Vera Cruz, na Basílica de la Vera Cruz comemora concedida por João Paulo II em perpetuidade sete cursos Saint-Ano Jubilar. A Relíquia Sagrada foi o foco de peregrinação desde o século XIV receber hoje milhões de fiéis seguindo o farol da Cruz.

Recentemente, após a conclusão da remodelação do "Capilla de la Vera Cruz 'na Colegiada de Santa Maria Maggiore, Caspe (Zaragoza), ele é novamente exposto a do público do Vera Cruz de Caspe . Esta relíquia (um dos pedaços maiores do mundo), vai para a procissão da Semana Santa, guardado pela Irmandade de Vera Cruz.

Em Espanha algumas irmandades têm uma Lignum Crucis , que geralmente acompanha os titulares imagens durante a Páscoa . Este é o caso da Real Irmandade do Santíssimo Sacramento de Minerva e Santa Veracruz of Leon , doado por Dom Luis Almarcha em 1959, ou Málaga Irmandade do Monte Calvário . Na mesma província de Málaga , na cidade de Velez-Málaga duas irmandades também carregam relíquias de Lignum Crucis, da Confraria de Nosso Pai Jesus Nazareno "pobres" e Santa Maria. Esperança e da Irmandade do Stmo. Cristo dos vigias e Nossa Senhora da Major Pain, ambas as empresas com uma cruz - nazareno gasto ou relicário.

Em Valladolid , a Irmandade de Santa Vera Cruz fecha sua Procissão Regra com a Custódia da Lignum Crucis, esculpida em ouro e pedras preciosas entre 1500 e 1550. Ele tem uma base octogonal e sua parte inferior do corpo reproduz a cena de Adão e Eva diante da árvore da vida. No seu topo, é o ostensório , que está hospedado um fragmento de madeira de Liébana.

Em Salamanca a irmandade de Vera Cruz abre a procissão da Ressurreição com a passagem de Lignum Crucis, uma prata relicário em forma de cruz esculpida por Pedro Benitez em 1675 contida no cruzamento dos braços uma relíquia da Cruz doados por Fr. Juan de San Antonio.

No Soriana de Páscoa , a Irmandade do Enterro Santo de Cristo de Soria, ombros do porta mais de Lignum Crucis (1968) , levando a relíquia da chegada Santa Cruz em Soria em 1522, quando o Papa Adrian VI necessário para veneram voltar no ano seguinte.



Páscoa em Andújar, Jaén, Venerável Irmandade de Nossa Senhora das Dores, portadores do porta na saída passo sexta-feira pelo ta um Crucis Lignum em uma prata relicário Lei que remonta ao século XV.

Na província de Córdoba, La Hermandad del Calvario Genil Ponte, levando a relíquia do Santo terça-feira em sua temporada de penitência. Também Irmandade de Veracruz de Aguilar de la Frontera, Porta presidir seu pálio etapa, na noite de Quinta-feira Santa um Lignum Crucis.

Semana Santa em Sevilha, a Irmandade da Vera-Cruz (Sevilla) carrega um relicário com as Crucis Lignum ser beijada pelos fiéis durante a temporada de penitência. Além de duas outras irmandades levar um Lignum Crucis que acompanham a Virgem em um pequeno relicário. As quais estão: Irmandade da lança (Sevilla) e Brotherhood of La Estrella (Sevilla)

Na província de Sevilha, A Irmandade das Dores (El Viso del Alcor) carrega uma prata relicário cruz - em forma com as Crucis Lignum, como Sevilha Irmandade de Vera Cruz, beijada pelo fiéis durante a temporada de penitência na Semana Santa. Mais tarde, na procissão de Corpus Christi, a mesma procissão relicário na segunda das três etapas que compõem a procissão. Também em Marchena, a irmandade da Vera-Cruz carrega um relicário semelhante com a procissão Lignum Crucis durante a Quinta-feira Santa noite. Também na Quinta-feira Santa, a Irmandade de Vera Cruz de Dos Hermanas portal como a de Sevilha, na estação de penitência os Crucis Lignum, que é oferecido aos fiéis à veneração e capacidade para beijá-lo durante o namoro.

Páscoa em Murcia, a Irmandade do Santo Sepulcro carrega uma relíquia dos Crucis Lignum com o Cristo de Santa Clara la Real em um relicário de ouro e prata em forma de sol.

Páscoa em Gatemala, Cruzados Associação da coleção Templo Santo Sepulcro tem um relicário com cinco cruzes dos cruzados, na procissão do Enterro Santo do dia sexta-feira com a imagem consagrada de Jesus ser enterrado.

Lignum Crucis pode ser traduzido como "árvore da cruz" e sob este nome alguns artistas pintar ou esculpir a cruz onde Cristo morreu como uma árvore com galhos, flores, folhas e frutos.

A comparação original do cruzamento com a árvore da vida, aparentemente, é porque Tertuliano embora foi tratado em detalhe por Buenaventura , em seu livro Lignum vitae . Em seguida, também foi anotado por outros autores cristãos, como Eckhart ou Juan Tauler .

A imagem também é utilizada no hino Crux fidelis de Venâncio Fortunato :

fidelis cruzadas inter-omnes
caramanchão um nobilis,
tamen nulla silva Profert,
flore fronde germina!
Parentis protoplasti
condolens fator de fraude,
QUANDO IMPO noxialis
morte morsu corruit,
lignum notavit tunc ipse,
Damna Ligni ut solveret

A comparação é considerar Cristo como " novo Adão ". Assim, a cruz seria a antítese da serpente da árvore Genesis . Esta imagem tornou-se popular enormemente desde o século XIV.


Conopéu


Conopéu ou Conopeu



Conopéu não é muito usado nas igrejas católicas do Brasil pela tradição Cristã do país e pelo pouco conhecimento dele.

Conopéu é um Véu que cobre a porta do sacrário. Varia segundo a cor do tempo.



Em alguns lugares também se chama de conopéu o véu do cibório.

Catafalco


Catafalco ou Catafalque


Um Nome não muito conhecido na Igreja Católica porém bastante usado em algumas tradições do Brasil e do Mundo...
Cerimoniários servindo no Momento da incensação do Catafalco.

Nas missas celebradas com Catafalcos, a cor litúrgica usada é o Preto.


Denomina-se catafalco, o caixão e seus adornos, quando ele é deposto na Igreja para os ritos fúnebres, mormente missa de corpo presente.

A catafalco é uma sepultura quadro, elevada ou madeira ou caixão decorado com um cuidado que é usado em templos ou locais onde se realizam funerais ou enterros de corpo presente .

O catafalco é uma plataforma elevada alongada ou estrado onde os restos mortais de uma pessoa, quer diretamente sobre ela, ou dentro de um sarcófago, caixão ou a como são colocados, mas nesse caso, deixado aberto para que os restos sejam visíveis para os participantes da cerimônia. Este arranjo é feito durante as cerimônias de sepultamento anteriores para pagar funeral do falecido . O catafalco geralmente é decorada nas cores preto ou próprias do falecido, como no caso dos reis e papas, quando é decorado em vermelho. Da mesma forma, o corpo era coberto com traje funeral com o qual você vai enterrar -la .

No último dia 02 de Novembro de 2012, Dom Luciano Giovanetti, Bispo Emérito de Fiesole, celebrou a Missa Pontifical de Requiem na Forma Extraordinária do Rito Romano, por ocasião da Comemoração de Todos os Fieis Defuntos, na igreja de São Miguel e São Caetano, em Florença (Itália).


Como é característico na Forma Extraordinária, foi colocado diante do altar o catafalco (caixão vazio) ladeado de várias velas e, no final da celebração, foi feita a bênção do mesmo, utilizando-se a fórmula das Exéquias.






Abaixo, um breve vídeo da Missa Solene dos Fiéis Defuntos: Incensação do catafalco:


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Vídeo explicando sobre Turíbulo


Esse vídeo serve como conteúdo extra para aprendizado sobre Turíbulo e sobre como manuseio do mesmo.
Para Acólitos, Cerimoniários e Ministros



terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Mestre Cerimoniário da Igreja Católica


Guido Marini


Monsenhor Guido Marini é atualmente Sacerdote e o Cerimoniário Oficial do Papa Francisco.


Este sacerdote de profundo zelo para com a Sagrada Liturgia, estudou no seminário arquidiocesano de Gênova e foi ordenado sacerdote em 4 de fevereiro de 1989. Doutourou-se em Direito Canônico – In Utroque Iure, na Pontifícia Universidade Lateranense, de Roma e licenciou-se em ‘’Psicologia da Comunicação’’, pela Pontifícia Universidade Salesiana. Entre 1988 e 2003, exerceu o cargo de secretário particular dos arcebispos de Gênova: Cardeal Giovanni Canestri (1988-1995) e Cardeal Dionigi Tettamanzi (1995-2002) e do Cardeal Tarcísio Bertone (2002-2006). Acumulou o cargo de Mestre de Celebrações Litúrgicas dos cardeais Tettamanzi e Bertone e do arcebispo Angelo Bagnasco. É professor de Direito Canônico na seção de Gênova da faculdade de Teologia da Itália Setentrional e no Instituto Superior de Ciências Religiosas. Em 2004 foi nomeado diretor espiritual do seminário de Gênova.

Em 1 de outubro de 2007 foi nomeado, pelo Papa Bento XVI, Mestre de Celebrações Litúrgicas Pontifícias, em substituição ao arcebispo Piero Marini (com o qual não tem qualquer parentesco), agora nomeado presidente do Pontifício Comitê para os Congressos Eucarísticos Internacionais. Segundo alguns vaticanistas a troca teria sido articulada entre o Papa e o Cardeal Tarcísio Bertone, para colocar no posto um clérigo mais afinado com linha a litúrgica do papa Bento XVI .(Cardeal Joseph Aloisius Ratzinger).


Ficheiro:Emblem of the Papacy SE.svg
Símbolo do Mestre das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice

O Ofício de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice (Officium de Liturgicis Celebrationibus Summi Pontificis) é um organismo da Cúria Romana responsável pela organização litúrgica das missas e de outros ritos litúrgicos presididos pelo Papa. É liderado por um mestre de cerimônias e tem em seu ofício, os cerimoniários pontifícios, os oficiais, os responsáveis da sacristia pontifícia e os demais consultores.

Atuais cerimoniários pontifícios

Mestre das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice


NomePeríodoNotas
Mestres
Mons. Guido Marini2007-Atual
Dom Piero Marini1987-2007
Dom John Magee1982-1987
Virgilio Cardeal Noé1970-1982
Dom Annibale Bugnini1967-1970
Enrico Cardeal Dante1947-1967
Carlo Respighi1918-1947
Francesco Riggi1902-1918

Referencia: wikipedia




No último dia 30 de janeiro o Monsenhor Guido Marini, Mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias celebrou 51 anos de vida!

Monsenhor Guido Marini
Guido Marini nasceu em 31 de janeiro de 1965 em Gênova, Itália. É mestre em Psicologia da Comunicação pela Pontifícia Universidade Salesiana e Doutor em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Lateranense de Roma. Foi ordenado sacerdote em 04 de fevereiro de 1989 para a Arquidiocese de Gênova.

Como sacerdote, foi secretário dos Arcebispos de Gênova: Cardeal Giovanni Canestri (1988 a 1995), Cardeal Dionigi Tettamanzi (1995 a 2002) e Cardeal Tarcisio Bertone (2002 a 2006). Desde o tempo do Cardeal Tettamanzi até 2007 foi também Mestre de Cerimônias da Arquidiocese.

Ordenação Presbiteral

Neste período foi ainda professor de Direito Canônico na Faculdade de Teologia da Itália Setentrional, Cônego do Cabido da Catedral de Gênova (desde 2002), Reitor da catedral São Lourenço (2003 a 2007) e Diretor Espiritual do Seminário da Arquidiocese (2004 a 2007).

Em 01 de outubro de 2007 o Papa Bento XVI nomeou o Padre Marini como Mestre de Celebrações Litúrgicas Pontifícias, concedendo-lhe ao mesmo tempo o título de Monsenhor Prelado de Honra.

Monsenhor Marini com Bento XVI

Desde então, serviu aos Papas Bento XVI e Francisco, organizando as principais celebrações litúrgicas, em Roma ou durante as Viagens Apostólicas. Teve também importantes funções no Conclave que elegeu o Papa Francisco em 2013.

Mons. Marini fecha as portas da Capela Sistina para o Conclave de 2013

O Cerimonial dos Bispos apresenta no n. 35 as três principais qualidades de um bom cerimoniário: piedade, paciência e diligência. Podemos ver claramente estas qualidades no Monsenhor Marini, manifestas nas celebrações em que serve ao Santo Padre.

No site da Santa Sé podemos encontrar entrevistas e alguns textos de sua autoria. Recomendamos também seu livro “Liturgia - Mysterium salutis”, editado pela Paulus.

Mons. Marini com o Papa Francisco



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