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Cerimoniário

Uma introdução explicando a definição de cerimoniário na igreja

Função do Cerimoniário

Aqui você encontra uma descrição geral da função do Cerimoniário

SÍMBOLOS HISTÓRICOS DO PAPADO

Clique aqui e conheça alguns símbolos históricos do Papado

MONSENHOR GUIDO MARINI

Guido Marini é o Mestre Cerimoniário do vaticano, atual Cerimoniário do PAPA

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Vigília Pascal - Catedral da Sé - 2016


Em relação à Vigília Pascal do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, essa missa está em resolução Full HD. Portanto nos proporciona melhor qualidade para baixar e assistir e estudar esse dia litúrgico:


Missa de 2016

Celebração da Vigília Pascal - Santuário Nacional - 2016


Celebração da Vigília Pascal no Santuário Nacional em 2016, bom vídeo para estudo de como é o dia litúrgico do sábado santo

Obs: para baixar e assistir, a resolução máxima é de 480p


Missa de 2014!







Missa de 2016
Missa de 2016

VIGÍLIA PASCAL - PAPA FRANCISCO - 19/04/2014


Vigília Pascal com PAPA Francisco 2014, bom conteúdo de vídeo para os Cerimoniários...


Alguns dos símbolos históricos do papado


Conheça alguns símbolos históricos do papado:




O Anel do Pescador: anel de ouro em que está gravada a Barca de Pedro, símbolo da Igreja, e em volta dela, o nome do papa reinante. A primeira menção documentada ao Anel do Pescador é feita em 1265, em uma carta na qual o papa Clemente IV comenta que já era costume de sucessores de Pedro, bem anteriores a ele, gravar seu nome e a barca em seus documentos com um pouco de cera quente, sobre a qual era pressionado o anel. Quando o papa morre, seu Anel do Pescador é destruído pelo cardeal camerlengo, simbolizando-se o fim da autoridade do papa falecido e impedindo-se que outro venha utilize o anel indevidamente.






A Férula: espécie de bastão em forma de cruz, que representa o governo universal do papa. O pontífice a usa no lugar do báculo pastoral dos bispos e dos abades mitrados, que, lembrando o cajado de um pastor, simboliza a autoridade na diocese ou na abadia.





     

A Cadeira Gestatória ou Sédia Gestatória: trono papal portátil, carregado por doze homens chamados sediários ou palafreneiros, vestidos de vermelho com ornamentos dourados, e acompanhada por dois assistentes que levavam os flabelos, grandes leques de pena de avestruz que remontam ao século IV. Os flabelos eram usados pelos reis da antiguidade para afastar os insetos e passaram a representar a sua autoridade. A referência mais antiga à Sédia Gestatória é do ano 521. Foi abolida pelo papa São João XXIII.






O Pálio Pontifício: fita circular usada pelo papa sobre os paramentos litúrgicos, na missa ou em outras cerimônias, da qual descem duas faixas de 30cm cada, uma por sobre o peito e a outra pelas costas. Ornado com seis pequenas cruzes vermelhas, recorda o Preciosíssimo Sangue de Cristo e é preso por três agulhas que evocam os pregos com que Jesus foi crucificado. Os arcebispos usam um pálio mais simples.






O Fanon ou Fano: pequena capa de ombros, como dupla murça ou camalha de seda branca com listras douradas. É reservado ao papa nas missas pontificais e representa o escudo da fé que protege a Igreja. É de uso exclusivo do sumo pontífice. As faixas verticais do fanon, de cor dourada, representam a unidade e a indissolubilidade da Igreja latina e oriental.





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O Manto: capa larga, originalmente vermelha, que passou a acompanhar as cores litúrgicas. O manto é bem maior do que o papa, que, ao sentar-se no trono, coloca seus pés sobre ele enquanto os assistentes o espraiam sobre os degraus do trono. A primeira referência ao uso do manto pontifício aparece em “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, escrita no século XIII.






O Umbráculo: guarda-chuva dourado e vermelha que os papas usavam para se proteger do sol. Passou a ser símbolo da vacância do papado e hoje é usado no escudo de armas do cardeal camerlengo, que administra a Igreja entre a morte de um papa e a entronização do seguinte.








Umbráculo


O Umbráculo





Umbráculo (em latim: umbraculum; de umbra "sombra" no sol, guarda-sol; em italiano: Ombrellino), também chamado Umbela Basilical ou Conopeu Basilical, é um insígnia e peça histórica dos Papas,[1] outrora usado diariamente, para fornecer sombra para o papa. É utilizada na Igreja contemporânea em todas as basílicas de todo o mundo. Quando o papa eleva uma igreja ao grau de Basílica, o umbráculo é obrigatoriamente usado, como a principal insígnia. É uma espécie de guarda-sol que alterna listas em ouro e vermelho, as tradicionais cores do pontificado. Não se trata de peça decorativa, mas de uso nas procissões.


Símbolo do Umbráculo papal



Esta insígnia é usada - sempre semi-fechada ("semichiusa") - junto a outras duas: o Tintinábulo, que possuí um pequeno sino - antigamente utilizados para anunciar a chegada do Papa a uma Basílica, que muitas vezes era em montaria - e a Virga Rubra, uma espécie de vara vermelha arrematada por ornatos de prata. Acredita-se que o controverso Papa Alexandre VI tenha sido o primeiro papa a utilizar o umbráculo como um símbolo do poder do papado,[1] embora os papas já utilizassem antes umbelas e objetos semelhantes. Um membro da Cavalaria Papal, muitas vezes seguia atrás de um papa com o umbráculo na mão.


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O umbráculo faz parte do escudo de armas da Sede Vacante, ou seja, o período entre o falecimento ou renúncia de um Papa e a eleição do seu sucessor. Foi usado primeiramente dessa forma como um emblema em moedas cunhadas em 1521. O brasão de armas do Camerlengo é ornamentado com um par de chaves de ouro e prata cobertos por um umbráculo.



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Tintinábulo


O Tintinábulo



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Na Idade Média, o tintinábulo tinha a função prática de anunciar ao povo de Roma a proximidade do Papa durante as procissões.


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Tintinábulo (do latim tintinnabulum, sino pequeno) é uma insígnia que a Santa Sé concede às Igrejas com o título honorífico de Basílica concedido pelo Papa
Consiste num pequeno sino que figura na procissão do Corpus Christi e outras solenidades. Junto com o umbráculo, mostra a união com o Pontífice Romano.
O tintinábulo consta de um estandarte com a imagem do santo titular que remata na parte superior com um pequeno sino e coroado pela tiara papal e as Chaves do Céu.


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